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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Hanseníase tem cura - Tire aqui as suas dúvidas

O que é Hanseníase?


A hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa causada por um bacilo denominado Mycobacterium leprae. A hanseníase não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada.


Sintomas de Hanseníase


Os sintomas da hanseníase incluem:- Sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades; manchas brancas ou avermelhadas, geralmente com perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e tato; áreas da pele aparentemente normais que têm alteração da sensibilidade e da secreção de suor; caroços e placas em qualquer local do corpo; diminuição da força muscular (dificuldade para segurar objetos).


Tratamento de Hanseníase


A hanseníase tem cura. O tratamento é feito nas unidades de saúde e é gratuito. A cura é mais fácil e rápida quanto mais precoce for o diagnóstico. O tratamento da hanseníase é via oral, constituído pela associação de dois ou três medicamentos e é denominado poliquimioterapia.


Complicações possíveis

A transmissão da hanseníase é feita a partir de um bacilo chamado Mycobacterium leprae, um parasita intracelular que apresenta afinidade por células cutâneas e por células dos nervos periféricos.

Os pacientes de hanseníase sem tratamento eliminam os bacilos através do aparelho respiratório superior (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro). O paciente em tratamento regular ou que já recebeu alta não transmite. A maioria das pessoas que entram em contato com estes bacilos não desenvolvem a hanseníase. Somente um pequeno percentual, em torno de 5% de pessoas, adoecem. Fatores ligados à genética humana são responsáveis pela resistência (não adoecem) ou suscetibilidade (adoecem). O período de incubação da hanseníase é bastante longo, variando de três a cinco anos.

Prevenção

É importante que se divulgue junto à população os sinais e sintomas da hanseníase e a existência de tratamento e cura, através de todos os meios de comunicação. A prevenção da hanseníase baseia-se no exame dermato-neurológico e aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença.

Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Filtro solar deve ser usado todo dia em todas as áreas expostas do corpo

Produto não deve ser usado apenas em dia de sol, alertam dermatologistas.
Uso diário do protetor evita manchas e doenças na pele no futuro; entenda.


O protetor solar protege a pele contra o sol, mas não deve ser usado apenas em dias de calor - ele precisa ser usado todos os dias, inclusive em dias frios, nublados e também com chuva. Isso porque o sol sempre está lá, mesmo que não apareça.
No entanto, vale lembrar que o filtro solar deve ser usado diariamente não só no rosto, mas em todas as áreas expostas do corpo, como as mãos, braços e colo, por exemplo. De acordo com a dermatologista Denise Steiner, essa preocupação com os efeitos do sol na pele é tão grande que, a partir do ano que vem, todos os fatores de proteção solar dos produtos terão que subir de 2 para 6. E para quem não gosta de passar, as médicas lembraram que existem vários tipos de protetor, como os de spray, aerosol, mousse, pó, gel, loção e creme - basta encontrar o ideal para a sua pele para mantê-la protegida diariamente.

Não usar o filtro ao longo da vida pode trazer consequências para a pele - muitas mulheres, por exemplo, têm pintas e sardas nas mãos e não imaginam que elas foram causadas pela exposição solar.
Com técnicas como peeling e laser e uso de cremes e também do protetor solar, as manchas que na pele podem começar a diminuir.
Porém, existem casos de marcas na pele que são muito mais difíceis de sair. Segundo as dermatologistas, as piores cicatrizes são aquelas profundas que geralmente aparecem na pele depois de a pessoa coçá-la. Isso porque as unhas são cheias de bactérias e, ao coçar, essas bactérias se espalham, aumentando a infecção.
De acordo com a dermatologista Márcia Purceli, a dica principal para evitar essas cicatrizes é não coçar a pele - para isso, o paciente pode usar remédios antialérgicos, hidratantes ou até a vaselina. Caso a ferida forme uma casca, é importante também não retirá-la. Porém, para quem já tem as cicatrizes, como a Gabriela, existem alguns procedimentos que podem ajudar a minimizá-las, como o peeling e o laser.
O peeling, que é como uma esfoliação da pele, consegue remover manchas menores; já o preenchimento com laser é usado para cicatrizes mais profundas e, em alguns casos, é usado até mesmo o ácido hialurônico para ajudar. 
Fonte: g1.com

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

SAÚDE BUCAL - Como realizar a escovação de forma correta -

  Ao contrário do que se pode pensar, escovar os dentes não é tão simples. Apesar de fazer isso todos os dias, tem muita gente que não sabe escovar os dentes. Uma escovagem adequada, ajuda a remover a placa das superfícies interiores, exteriores e de mastigação dos seus dentes. A utilização do fio dental ajuda a remover a placa e os resíduos do espaço entre os dentes, especialmente em áreas de acesso difícil na zona imediatamente abaixo da linha das gengivas.

Passo a passo:

  1. Segure a escova de modo que ela fique em um ângulo de 45 graus em relação aos dentes. Concentre-se na região de junção entre as gengivas e os dentes, pois é aí que se concentram os resíduos;
  2. Faça movimentos horizontais bem curtos, vibrando as cerdas, ou faça pequenas rotações na direção do dente;
  3. Fique por volta de 10 segundos em cada região que deve cobrir no máximo dois dentes;
  4. Comece limpando a parte de fora dos dentes superiores, depois a dos inferiores, sempre seguindo os movimentos e angulação recomendada acima;
  5. Escove as superfícies internas dos dentes de trás superiores e inferiores também, seguindo os movimentos e as angulações recomendadas;
  6. Segue a escova perpendicularmente à língua para limpar a parte interior aos dentes da frente, começando pelos superiores e depois aos inferiores. Siga a mesma movimentação recomendada anteriormente;
  7. Limpe a superfície de mastigação dos dentes de trás com movimentos para frente e para trás. Comece pelos dentes superiores e somente depois passe aos inferiores;
  8. Para terminar, escove bem a língua;
  9. Escolha uma escova de dentes com cerdas macias e que tenham as pontas arredondadas e polidas para não arranhar o esmalte dos dentes e com a cabeça do tamanho proporcional à sua arcada dentária. Exemplo: Quem tem a boca pequena, logicamente que deve escolher uma escova de cabeça pequena;
  10. Prefira um creme dental com flúor, pois este ajuda a recompor o esmalte do dente corroído, além de inibir a própria corrosão;
  11. Escove seus dentes pelo menos três vezes ao dia: após as refeições e antes de deitar. Evite comer ou beber produtos açucarados. Ao ingeri-los, escove os dentes em seguida.

Após a escovação:
            Após a escovação, recomenda-se fazer dois ou três bochechos bem vigorosos com água. Com sucessivos bochechos e a substituição da água, conseguimos remover por completo da boca, toda a placa bacteriana e os restos alimentares que foram soltos com o fio dental e a escovação, para que estes não possam "grudar" novamente nos dentes, além de removermos também o creme dental já utilizado. Completando a higiene bucal, finalmente pode-se bochechar com antissépticos adequados. Se em certas ocasiões não for possível escovar os dentes, faça pelo menos bochechos. Embora seja uma importante fonte de energia, o açúcar é o principal alimento das bactérias que formam a placa bacteriana, conseqüentemente a cárie. Após algumas horas, o açúcar que está contido em doces, balas e chocolates que costumamos comer entre as refeições, transformam-se em ácido lático. O açúcar não está presente só nos doces. Muitos alimentos que ficam entre os dentes, transformam-se em açúcares e este, após algum tempo, também transformam-se em ácidos. Estes ácidos atacam o esmalte, provocam sua corrosão e dão início à cárie. Por isso, é importante que as crianças (e também os adultos) escovem os dentes todas as vezes que comerem.

Cuidados especiais com as crianças:
            A criança deve adquirir o hábito de escovar os dentes antes dos dois anos de idade. Para despertar a curiosidade das crianças com relação ao hábito de escovar os dentes, os pais devem escovar os dentes na frente das mesmas. Depois, os pais devem presentear as crianças com escovas dentais infantis, para que elas possam acompanhá-los nas escovações.
            Os pais podem deixar as crianças escovar os dentes primeiro e depois devem repetir a operação quando as mesmas estiverem na faixa etária de 2 a 7 anos. Para escovar os dentes dos seus filhos, os pais devem ficar atrás das crianças, afastar os lábios e as bochechas com a mão esquerda e escovar os dentinhos das crianças com a mão direita (se for destro, ou o contrário, se for canhoto). 
            A parte de dentro (face lingual ou palatina) e de fora (face vestibular) dos dentes, devem ser escovados com movimentos circulares e movimentos de varredura (varrendo a superfície do dente - da gengiva para baixo em dentes superiores e da gengiva para cima em dentes inferiores), já a parte de cima dos dentes (onde os alimentos são mastigados - face oclusal) devem ser escovadas com movimento de vai e vem.


            Com o avançar da idade as crianças podem e devem escovar seus dentes sozinhas. Os pais devem estar atentos com a quantidade de pasta dental que seus filhos estão usando (devendo ser usado o mínimo necessário de creme dental), evitando que os mesmos engulam grande quantidade de pasta de dentes.



segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A importância da vacina contra HPV




Saiba primeiramente o que é vírus HPV e importância da vacinação

O HPV (papilomavírus humano)  é o nome dado ao grupo de vírus  que engloba cerca de 150 tipos diferenciados. Dentre eles, uma parte significativa afeta diretamente as partes genitais. Por isso, muitos associam diretamente a presença do vírus através do contágio sexual. Porém, não se podem descartar outras vias de contágio, como pele e mucosa infectadas ou até mesmo durante o parto, de mãe para filho.

Como a DST é detectada

Nos homens, as lesões são facilmente reconhecidas por exame clínico-visual, pois a anatomia do órgão masculino favorece a identificação imediata pelo médico. Porém, existe a probabilidade de não ser detectada a olho nu. Neste caso, o médico poderá indicar um teste chamado peniscopia.
Já nas mulheres, as lesões podem se expandir por toda a área genital e chegar ao colo do útero. Portanto, são visualmente difíceis de perceber. Neste caso, o HPV é identificado somente com exames especializados, como o Papanicolau, e descamação da pele para biópsia.
Além do trato genital, o vírus pode originar verrugas na pele, lábios, boca e cordas vocais.

Riscos do HPV

Especificamente no trato genital, as lesões imprimem elevado risco, pois podem resultar em tumores malignos. Entretanto, não podemos definir a infecção pelo HPV como resultado certo de câncer.
O contato com um dos tipos de vírus é muito comum. Cerca de 80% das mulheres terão, ao logo da vida, contato com pelo menos um dos tipos de papiloma existentes. Em muitos casos, a presença da infecção é temporária, pois é combatida pelo sistema imune.

Sintomas

Em alguns casos, a doença não manifesta sintoma; em outros, pode se manifestar em forma de verrugas, semelhantes ao formato de uma couve-flor, sendo identificados em exames clínicos ou em exames especializados. O caso se agrava quando há multiplicação acelerada das células infectadas pelo vírus, resultando no diagnóstico de câncer.

Possíveis tratamentos

Em muitos casos, a doença é eliminada pelo sistema imune e as mulheres nem percebem que já tiveram contato com o vírus.
Quando se detecta a presença do HPV, ele não pode ser combatido, e sim as lesões pré-malignas e verrugas originadas pela presença do vírus. Os procedimentos prováveis são cauterização e laser. Se o diagnóstico dor câncer, o tratamento é cirúrgico.

Vacinação

Em março de 2014 deu-se início à Campanha de Vacinação Contra o HPV. O objetivo é que as pré-adolescentes de 11 a 13 anos tomem a vacina. Nesta faixa etária, estima-se que ainda não iniciaram a vida sexual ativa. Portanto, por não ter tido até então nenhum contato com o vírus, a vacina torna extremamente eficaz na prevenção.
A vacinação compreende-se em três doses. A segunda aplicação deverá ser feita seis meses após à primeira. Já a última, cinco anos depois.


Para facilitar a abordagem do público-alvo, os agentes de saúde irão às escolas particulares e públicas para aplicar a vacina. Se o responsável não concorda com a imunização, deve assinar um termo e entregá-lo ao agente de saúde.
É importante salientar que é de suma importância a vacinação, pois o câncer do colo do útero é a segunda maior causa de morte entre as mulheres e a imunização precoce é uma aliada no combate às estatísticas tão elevadas. Quer mais informações? Confira aqui o Guia Prático sobre o HPV – Perguntas e Respostas – disponibilizado pelo Ministério da Saúde.