Sejam bem vindos e aproveitem esse canal para tirarem suas dúvidas, aqui você encontra dicas de saúde para você e sua família, porque o nosso objetivo é o seu bem-estar.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Dengue, zika ou chikungunya? - saiba finalmente a diferença

Nos últimos meses, o país passou registrar casos de duas “primas” da dengue. Elas atendem pelos nomes exóticos de chikungunya e zika, são transmitidas pelo mesmo mosquito e têm alguns sintomas semelhantes.


Mas não se engane: as doenças são diferentes. Veja a seguir quais são os sintomas de cada uma delas.





Dengue


Doença: Dentre as três, é a mais conhecida e presente no Brasil. O país vive hoje uma epidemia da doença com 367,8 casos para cada 100 mil habitantes registrados até o dia 18 de abril.

Transmissão: O vírus da dengue é transmitido pela picada do mosquito aedes aegypti. 

Sintomas: Febre alta (geralmente dura de 2 a 7 dias), dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Nos casos graves, o doente também pode ter sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal, vômitos persistentes, sonolência, irritabilidade, hipotensão e tontura. Em casos extremos, a dengue pode matar - até 18 de abril foram registrados 229 óbitos.

Tratamento: A pessoa com sintomas da dengue deve procurar atendimento médico. As recomendações são ficar de repouso e ingerir bastante líquido. Não existem remédios contra a dengue. Caso apareçam os sintomas da versão mais grave da doença, é importante procurar um médico novamente.

Chikungunya


Doença: Até 18 de abril deste ano, foram registrados 1.688 casos de chikungunya. Os primeiros casos “nativos” da doença no Brasil apareceram em setembro do ano passado em Oiapoque, no Amapá. Antes disso, já haviam sido detectados casos de pessoas que contraíram a virose fora do país. A origem do nome chikungunya é africana e significa “aqueles que se dobram”. É uma referência à postura dos doentes, que andam curvados por sentirem dores fortes nas articulações.

Transmissão: É transmitida pelos mosquitos aedes aegypti (presente em áreas urbanas) e aedes albopictus (presente em áreas rurais).

Sintomas: O principal sintoma é a dor nas articulações de pés e mãos, que é mais intensa do que nos quadros de dengue. Além disso, também são sintomas febre repentina acima de 39 graus, dor de cabeça, dor nos músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. Segundo o Ministério da Saúde, as mortes são raras.

Tratamento: Como no caso da dengue, não há tratamento específico. É preciso ficar de repouso e consumir bastante líquido. Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia.

Zika


Doença: A doença pode ter sido detectada na Bahia, mas ainda não está confirmada. A suspeita é de que ela tenha sido trazida para o Brasil durante a Copa do Mundo.

Transmissão: Mais uma vez, o aedes aegypti é o vilão da história. Mas o vírus também é transmitido pelo aedes albopictus e outros tipos de aedes.

Sintomas: O vírus não é tão forte quanto o da dengue ou da chikungunya e os pacientes apresentam um quadro alérgico. Os sintomas, porém, são parecidos com os das doenças “primas”: febre, dores e manchas no corpo. Quem é infectado pelo zika também pode apresentar diarreia e sinais de conjuntivite.

Tratamento: Assim como nas outras viroses, o tratamento consiste em repouso, ingestão de líquidos e remédios que aliviem os sintomas e que não contenham AAS. 

domingo, 26 de abril de 2015

HIPERTENSÃO - Causas , sintomas, prevenção e Tratamento

O que é Hipertensão?



A hipertensão arterial ou pressão alta é uma doença caracterizada pela elevação dos níveis tensionais no sangue. É uma síndrome metabólica geralmente acompanhada por outras alterações, como obesidade. Cerca de 20% da população brasileira é portadora de hipertensão, sendo que 50% da população com obesidade tem a doença. A hipertensão pode acontecer quando nossas artérias sofrem algum tipo de resistência, perdendo a capacidade de contrair e dilatar, ou então quando o volume se torna muito alto, exigindo uma velocidade maior para circular. Hoje, a hipertensão é a principal causa de morte no mundo, pois pode favorecer uma série de outras doenças.

Quando o seu coração bate, ele contrai e bombeia sangue pelas artérias para o resto do seu corpo. Esta força cria uma pressão sobre as artérias. Isso é chamado de pressão arterial sistólica, cujo valor normal é 120 mmHg (milímetro de mercúrio). Uma pressão arterial sistólica de 140 ou mais é considerada hipertensão. Há também a pressão arterial diastólica, que indica a pressão nas artérias quando o coração está em repouso, entre uma batida e outra. Um número normal de pressão arterial diastólica é inferior a 80, sendo que igual ou superior a 90 é considerada hipertensão.

Tipos


A hipertensão pode ser dividida em três estágios, definidos pelos níveis de pressão arterial. Esses números, somados a condições relacionadas que o paciente venha a ter, como diabetes ou histórico de AVC, determinam se o risco de morte cardiovascular do paciente é leve, moderado, alto ou muito alto. Além disso, quanto mais alta a pressão arterial, maior a chance de o paciente precisar usar medicamentos.

Fatores de risco

  • Fumo
  • Consumo de bebidas alcoólicas
  • Obesidade
  • Estresse
  • Grande consumo de sal
  • Níveis altos de colesterol
  • Falta de atividade física
  • Diabetes
  • Sono inadequado.

Além desses fatores de risco, sabe-se que a incidência da hipertensão aumenta com a idade. Isso porque com o passar do tempo nossas artérias começam a ficar envelhecidas, calcificadas, perdendo a capacidade de dilatar - são chamados de vasos menos complacentes. Com isso a hipertensão arterial é mais fácil de acontecer - cerca de 70% dos adultos acima dos 50 ou 60 anos possuem a doença.


Seis maneiras de prevenir e tratar a pressão alta


Hipertensão atinge 30% dos adultos brasileiros. Medidas como prática de atividade física e pouco consumo de álcool ajudam a evitar o problema


Cerca de 30% dos adultos brasileiros têm hipertensão, uma doença silenciosa e caracterizada pelo aumento da pressão arterial dentro dos vasos sanguíneos. Se não tratada, a pressão alta favorece o aparecimento da aterosclerose, isto é, o acúmulo de gordura na parede das artérias. Entre os problemas relacionados à pressão alta estão acidente vascular cerebral (AVC), infarto do miocárdio, aneurisma e lesões renais.
São considerados hipertensos adultos com pressão arterial igual ou superior a 14 por 9. Em idosos com mais de 60 anos - e que não tenham outras doenças associadas - a pressão deve ser igual ou maior que 15 por 9. Esse resultado precisa se repetir em três medições diferentes, em consultório, para, então, o médico diagnosticar a hipertensão. "É preciso que o paciente esteja em repouso e em um ambiente tranquilo", diz o cardiologista Luiz Bortolotto, presidente do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia e diretor da unidade hipertensão do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo.

Como evitar e tratar a hipertensão

Ingerir pouco sal

"Diminuir o consumo de sal é a medida que causa maior impacto na redução da pressão arterial", diz o cardiologista Luiz Bortolotto, presidente do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia e diretor da unidade de hipertensão do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. A relação entre o sódio e aumento da pressão é simples de entender: como o sal retém água no organismo, ele eleva o volume de líquido que passa nos vasos — automaticamente subindo a pressão. A recomendação é ingerir no máximo 5 gramas de sal por dia — equivalente a 1 colher de chá rasa —, incluindo o dos alimentos que já têm sódio em sua composição.


Praticar atividade física

Durante o exercício físico, principalmente os aeróbicos (como a corrida e caminhada), os músculos do corpo relaxam pela ação da endorfina, um neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar. "A camada média do vaso sanguíneo é muscular. Quando ela relaxa, a pressão dentro dela diminui", afirma o cardiologista Miguel Moretti, do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, em São Paulo. Ademais, o exercício condiciona o sistema cardiovascular.


Maneirar no consumo de bebida alcoólica

O consumo exagerado de bebidas alcoólicas, principalmente as destiladas, causa alterações metabólicas que podem resultar no aparecimento da aterosclerose, isto é, acúmulo de gordura na parede dos vasos. "Além disso, por ser altamente calórico, o álcool contribui para a obesidade e, consequentemente, para o sedentarismo. Esses dois fatores favorecem a hipertensão", diz Miguel Moretti. O limite de ingestão de álcool recomendado é de 30 gramas por dia para homens, equivalente a duas taças de vinho, e 15 gramas para mulheres.


Não fumar

A nicotina destrói a camada interna do vaso sanguíneo, chamada de endotélio vascular. "Substâncias presentes no cigarro provocam o estreitamento dos vasos, o que leva a um aumento da pressão do sangue dentro das artérias"


Controlar o stress

O stress faz com que o corpo libere o cortisol, hormônio que estimula a contração do vaso e, consequentemente, o aumento da pressão sanguínea. Praticar atividade física e ter hábitos relaxantes pode ajudar a controlar o stress.


Ter um peso saudável

O sobrepeso e a obesidade pode ser decorrentes de outros fatores que favorecem a hipertensão, como sedentarismo, dieta rica em sal e alto consumo de bebida alcoólica. "Pessoas acima do peso têm alterações no sistema nervoso simpático e no endotélio, camada interna dos vasos. Esses fatores aumentam a pressão"



terça-feira, 14 de abril de 2015

CUIDE BEM DA SUA VOZ!!!

Normalmente, os problemas vocais acontecem de modo discreto. Geralmente a pessoa sente um cansaço ao falar, uma ardência na garganta, um pigarro, uma falha na voz e, sem estar gripado ou com alguma crise de alergia, a pessoa começa a ficar com uma rouquidão persistente e, quando se dá conta, pode acabar perdendo a voz. É importante que se preste atenção porque essas sensações são muito corriqueiras e geralmente não as associamos direto com o mau uso da voz, porém muitas vezes é essa a explicação, especialmente se a rouquidão durar mais de 15 dias.


DICAS:
- Fique atento a sua voz. Sua voz não é mais a mesma? O que houve?
- Sempre beba água aos goles em temperatura ambiente, de 15 em 15 minutos.
- Tenha uma boa qualidade de vida (atividades físicas e de lazer, boa alimentação e boa noite de sono).
- Se você for um profissional da voz (telefonistas, atores, cantores, professores, políticos, advogados, etc.), marque uma consulta com um fonoaudiólogo especialista e/ou um médico otorrinolaringologista pelo menos uma vez ao ano.
- Quando não forçamos a fala (falando com força ou sem parar), aquecemos a voz naturalmente depois que acordamos, mas os profissionais da voz devem aquecê-la sempre e fazer intervalos para descansar a voz, pelo menos por 5 a 10 minutos a cada 1 hora falando.
- Se você estiver gripado ou com forte crise alérgica e completamente sem voz, procure sempre um médico para descartar outros problemas de saúde e não se medique sozinho! Neste período, tentar forçar a voz só vai piorá-la. Então procure descansar e fazer o tratamento indicado pelo médico.
- NÃO FUME!
- Evite gengibres, pastilhas, sprays e bebidas alcoólicas para a voz. Beba água e coma maçã que ajudam a limpar por onde passam.
- Sussurrar é tão prejudicial quanto falar com força, gritar ou falar muito!  Fale baixo, mas não sussurre!
- Sua voz combina com seu corpo? Se não, procure um fonoaudiólogo!
- Os famosos “calos” ou nódulos vocais acontecem pelos abusos vocais e são completamente reversíveis com a fonoterapia.
- Fique atento! Rouquidão persistente pode ser sinal de câncer de Laringe! Só um especialista pode fazer esse diagnóstico!



terça-feira, 31 de março de 2015

CRIANÇAS: Dieta não - Alimentação Saudável sim!

A alimentação de uma criança é de vital importância, já que este é um período crucial para as fundações dos seus hábitos nutricionais. À medida que crescem, as crianças ganham maior liberdade e começam a alimentar-se fora de casa...


Uma boa forma de adicionar verduras, legumes e frutas na alimentação das crianças éapresentar de forma diferente estes alimentos como, por exemplo, montando bichinhos compedaços de vegetais ou frutas."

 



Os hábitos alimentares da criança começam a se formar muito cedo, assim que sai da barriga da mãe. “O aleitamento materno promove a primeira experiência sensorial que propiciará uma diversificação das escolhas alimentares futuras da criança”, explica a pediatra Christiane Leite, do departamento científico de nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

“A dieta materna imprimirá ao bebê, por meio do leite, contato com aromas e sabores diferentes”, completa ela. Há estudos mostrando que crianças que tomam fórmula – que tem sempre o mesmo gosto – apresentam uma maior dificuldade em aceitar alimentos novos do que aquelas alimentadas até os seis meses com leite materno, que varia de sabor de acordo com o que a mãe come.

Na fase em que se começa a introduzir alimentos sólidos, é importante priorizar os naturais, sem excesso de sal e açúcar para que a criança desenvolva o paladar a partir do conhecimento dos sabores básicos. “Não se intimide se o bebê fizer cara feia para um alimento. Tudo é novidade”, lembra a nutricionista especializada em criança e adolescência Priscila Maximino, da Nutriciência (SP). Tudo fica mais difícil quando a criança passa a receber influências outras que não as dos pais. “Na escola ela terá acesso fácil a alimentos poucos saudáveis na cantina”.

Abaixo, você confere 9 dicas para que seu filho tenha uma alimentação saudável:

1. Crianças são mais abertas a acordos que os adolescentes. Comece com uma boa conversa, explicando que os verdinhos — ou coloridinhos — podem fazer com que elas fiquem mais fortes.

2. Envolva a criança no mundo dos alimentos. “Primeiro, convide-a para acompanhar as compras, manusear os vegetais, ajudar a escolhê-los”, diz a nutricionista Patrícia. “Depois, é o momento de envolvê-las também no preparo”, completa ela.

3. Faça apresentações diferentes dos alimentos. Monte bichinhos usando pedaços de frutas ou vegetais.

4. “Combine com a criança que ela irá experimentar um alimento novo por semana. Não precisa ser todos os dias”, diz a pediatra Lilian Zaboto.

5. Se a criança não quiser comer o que tem à mesa, espere até a próxima refeição para oferecer algo para comer. “Muitas vezes, a criança não aceita determinado alimento por saber que os pais oferecerão uma mamadeira, ou qualquer outro alimento, por ansiedade ou medo de que ela fique com fome”, diz a pediatra Christiane Leite.









6. “Limite doces ou alimentos gordurosos a uma vez por semana”, aconselha Lilian Zaboto. Mas faça essas concessões. É gostoso!



7. A criança não precisa aceitar a comida de apenas um jeito. Se ela não quer cenoura cozida, faça um bolo de cenoura. “Não há problema em camuflar o legume”, diz o pediatra e nutrólogo Ancona Lopez. “E também não tem problema comer o legume cozido em vez de cru. Há uma perda nutricional, sim, mas é bastante pequena e ainda assim vale a pena”, garante ele.

8. Não é preciso retirar alimentos do cardápio radicalmente. Uma boa estratégia é substituir o nuget por peito de frango em uma refeição, depois em duas, e gradativamente vá parando de comprar.
9. “Evite oferecer porções grandes demais. Às vezes, por si só esse tipo de atitude gera desânimo e também frustração”, diz Christiane Leite.


fonte: Revista Viva Saúde

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Hanseníase tem cura - Tire aqui as suas dúvidas

O que é Hanseníase?


A hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa causada por um bacilo denominado Mycobacterium leprae. A hanseníase não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada.


Sintomas de Hanseníase


Os sintomas da hanseníase incluem:- Sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades; manchas brancas ou avermelhadas, geralmente com perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e tato; áreas da pele aparentemente normais que têm alteração da sensibilidade e da secreção de suor; caroços e placas em qualquer local do corpo; diminuição da força muscular (dificuldade para segurar objetos).


Tratamento de Hanseníase


A hanseníase tem cura. O tratamento é feito nas unidades de saúde e é gratuito. A cura é mais fácil e rápida quanto mais precoce for o diagnóstico. O tratamento da hanseníase é via oral, constituído pela associação de dois ou três medicamentos e é denominado poliquimioterapia.


Complicações possíveis

A transmissão da hanseníase é feita a partir de um bacilo chamado Mycobacterium leprae, um parasita intracelular que apresenta afinidade por células cutâneas e por células dos nervos periféricos.

Os pacientes de hanseníase sem tratamento eliminam os bacilos através do aparelho respiratório superior (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro). O paciente em tratamento regular ou que já recebeu alta não transmite. A maioria das pessoas que entram em contato com estes bacilos não desenvolvem a hanseníase. Somente um pequeno percentual, em torno de 5% de pessoas, adoecem. Fatores ligados à genética humana são responsáveis pela resistência (não adoecem) ou suscetibilidade (adoecem). O período de incubação da hanseníase é bastante longo, variando de três a cinco anos.

Prevenção

É importante que se divulgue junto à população os sinais e sintomas da hanseníase e a existência de tratamento e cura, através de todos os meios de comunicação. A prevenção da hanseníase baseia-se no exame dermato-neurológico e aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença.

Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Filtro solar deve ser usado todo dia em todas as áreas expostas do corpo

Produto não deve ser usado apenas em dia de sol, alertam dermatologistas.
Uso diário do protetor evita manchas e doenças na pele no futuro; entenda.


O protetor solar protege a pele contra o sol, mas não deve ser usado apenas em dias de calor - ele precisa ser usado todos os dias, inclusive em dias frios, nublados e também com chuva. Isso porque o sol sempre está lá, mesmo que não apareça.
No entanto, vale lembrar que o filtro solar deve ser usado diariamente não só no rosto, mas em todas as áreas expostas do corpo, como as mãos, braços e colo, por exemplo. De acordo com a dermatologista Denise Steiner, essa preocupação com os efeitos do sol na pele é tão grande que, a partir do ano que vem, todos os fatores de proteção solar dos produtos terão que subir de 2 para 6. E para quem não gosta de passar, as médicas lembraram que existem vários tipos de protetor, como os de spray, aerosol, mousse, pó, gel, loção e creme - basta encontrar o ideal para a sua pele para mantê-la protegida diariamente.

Não usar o filtro ao longo da vida pode trazer consequências para a pele - muitas mulheres, por exemplo, têm pintas e sardas nas mãos e não imaginam que elas foram causadas pela exposição solar.
Com técnicas como peeling e laser e uso de cremes e também do protetor solar, as manchas que na pele podem começar a diminuir.
Porém, existem casos de marcas na pele que são muito mais difíceis de sair. Segundo as dermatologistas, as piores cicatrizes são aquelas profundas que geralmente aparecem na pele depois de a pessoa coçá-la. Isso porque as unhas são cheias de bactérias e, ao coçar, essas bactérias se espalham, aumentando a infecção.
De acordo com a dermatologista Márcia Purceli, a dica principal para evitar essas cicatrizes é não coçar a pele - para isso, o paciente pode usar remédios antialérgicos, hidratantes ou até a vaselina. Caso a ferida forme uma casca, é importante também não retirá-la. Porém, para quem já tem as cicatrizes, como a Gabriela, existem alguns procedimentos que podem ajudar a minimizá-las, como o peeling e o laser.
O peeling, que é como uma esfoliação da pele, consegue remover manchas menores; já o preenchimento com laser é usado para cicatrizes mais profundas e, em alguns casos, é usado até mesmo o ácido hialurônico para ajudar. 
Fonte: g1.com

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

SAÚDE BUCAL - Como realizar a escovação de forma correta -

  Ao contrário do que se pode pensar, escovar os dentes não é tão simples. Apesar de fazer isso todos os dias, tem muita gente que não sabe escovar os dentes. Uma escovagem adequada, ajuda a remover a placa das superfícies interiores, exteriores e de mastigação dos seus dentes. A utilização do fio dental ajuda a remover a placa e os resíduos do espaço entre os dentes, especialmente em áreas de acesso difícil na zona imediatamente abaixo da linha das gengivas.

Passo a passo:

  1. Segure a escova de modo que ela fique em um ângulo de 45 graus em relação aos dentes. Concentre-se na região de junção entre as gengivas e os dentes, pois é aí que se concentram os resíduos;
  2. Faça movimentos horizontais bem curtos, vibrando as cerdas, ou faça pequenas rotações na direção do dente;
  3. Fique por volta de 10 segundos em cada região que deve cobrir no máximo dois dentes;
  4. Comece limpando a parte de fora dos dentes superiores, depois a dos inferiores, sempre seguindo os movimentos e angulação recomendada acima;
  5. Escove as superfícies internas dos dentes de trás superiores e inferiores também, seguindo os movimentos e as angulações recomendadas;
  6. Segue a escova perpendicularmente à língua para limpar a parte interior aos dentes da frente, começando pelos superiores e depois aos inferiores. Siga a mesma movimentação recomendada anteriormente;
  7. Limpe a superfície de mastigação dos dentes de trás com movimentos para frente e para trás. Comece pelos dentes superiores e somente depois passe aos inferiores;
  8. Para terminar, escove bem a língua;
  9. Escolha uma escova de dentes com cerdas macias e que tenham as pontas arredondadas e polidas para não arranhar o esmalte dos dentes e com a cabeça do tamanho proporcional à sua arcada dentária. Exemplo: Quem tem a boca pequena, logicamente que deve escolher uma escova de cabeça pequena;
  10. Prefira um creme dental com flúor, pois este ajuda a recompor o esmalte do dente corroído, além de inibir a própria corrosão;
  11. Escove seus dentes pelo menos três vezes ao dia: após as refeições e antes de deitar. Evite comer ou beber produtos açucarados. Ao ingeri-los, escove os dentes em seguida.

Após a escovação:
            Após a escovação, recomenda-se fazer dois ou três bochechos bem vigorosos com água. Com sucessivos bochechos e a substituição da água, conseguimos remover por completo da boca, toda a placa bacteriana e os restos alimentares que foram soltos com o fio dental e a escovação, para que estes não possam "grudar" novamente nos dentes, além de removermos também o creme dental já utilizado. Completando a higiene bucal, finalmente pode-se bochechar com antissépticos adequados. Se em certas ocasiões não for possível escovar os dentes, faça pelo menos bochechos. Embora seja uma importante fonte de energia, o açúcar é o principal alimento das bactérias que formam a placa bacteriana, conseqüentemente a cárie. Após algumas horas, o açúcar que está contido em doces, balas e chocolates que costumamos comer entre as refeições, transformam-se em ácido lático. O açúcar não está presente só nos doces. Muitos alimentos que ficam entre os dentes, transformam-se em açúcares e este, após algum tempo, também transformam-se em ácidos. Estes ácidos atacam o esmalte, provocam sua corrosão e dão início à cárie. Por isso, é importante que as crianças (e também os adultos) escovem os dentes todas as vezes que comerem.

Cuidados especiais com as crianças:
            A criança deve adquirir o hábito de escovar os dentes antes dos dois anos de idade. Para despertar a curiosidade das crianças com relação ao hábito de escovar os dentes, os pais devem escovar os dentes na frente das mesmas. Depois, os pais devem presentear as crianças com escovas dentais infantis, para que elas possam acompanhá-los nas escovações.
            Os pais podem deixar as crianças escovar os dentes primeiro e depois devem repetir a operação quando as mesmas estiverem na faixa etária de 2 a 7 anos. Para escovar os dentes dos seus filhos, os pais devem ficar atrás das crianças, afastar os lábios e as bochechas com a mão esquerda e escovar os dentinhos das crianças com a mão direita (se for destro, ou o contrário, se for canhoto). 
            A parte de dentro (face lingual ou palatina) e de fora (face vestibular) dos dentes, devem ser escovados com movimentos circulares e movimentos de varredura (varrendo a superfície do dente - da gengiva para baixo em dentes superiores e da gengiva para cima em dentes inferiores), já a parte de cima dos dentes (onde os alimentos são mastigados - face oclusal) devem ser escovadas com movimento de vai e vem.


            Com o avançar da idade as crianças podem e devem escovar seus dentes sozinhas. Os pais devem estar atentos com a quantidade de pasta dental que seus filhos estão usando (devendo ser usado o mínimo necessário de creme dental), evitando que os mesmos engulam grande quantidade de pasta de dentes.